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Maria Eduarda Santana: jovem de 24 anos perde a vida em assalto

Redação · 12 de out. de 2026, 12:10
Maria Eduarda Santana: jovem de 24 anos perde a vida em assalto

ouça este conteúdo 00:00 / 00:00 1x Maria Eduarda Santana Nascimento, de apenas 24 anos, foi fatalmente ferida durante uma tentativa de assalto na Estrada de Itapecerica, localizada na Zona Sul de São Paulo. Ela era carinhosamente chamada de Duda por amigos e familiares e estava a caminho do trabalho dentro do seu carro no momento do incidente.

Faltando poucos dias para completar 25 anos, a tragédia ocorreu na quinta-feira (1º), quando um assaltante que estava em uma motocicleta abordou uma mulher que dirigia na área. Um investigador da Polícia Civil estava perto e decidiu intervir, resultando em uma troca de tiros.

Protestos emergem após a morte da jovem em ação policial em São Paulo

Em direção ao local de trabalho

De acordo com informações obtidas na investigação, Maria Eduarda dirigia um veículo vermelho quando foi baleada na tentativa de assalto. O tiro atingiu sua cabeça e, embora tenha sido socorrida, não conseguiu sobreviver aos ferimentos.

O assaltante, assim como a jovem, também foi atingido e veio a óbito. As autoridades apreenderam uma arma calibre .32 no local do crime.

Maria Eduarda, descrita por seus amigos como Duda, era uma jovem cheia de sonhos e estava prestes a celebrar seu aniversário. Sua família recebeu a trágica notícia da morte no meio das investigações que tentam identificar a origem do disparo que a feriu.

Um dos principais focos da apuração é descobrir a arma que disparou a bala fatal. A Polícia Civil está revisando as imagens de câmeras de segurança, vestígios encontrados no carro da vítima, além de outros elementos da cena do crime.

As armas utilizadas na ocorrência foram enviadas para peritagem. A intenção é comparar os projéteis e reconstruir a trajetória dos tiros trocados no confronto.

O investigador que tentou interromper a ação criminosa prestou depoimento e teve sua arma enviada para análise. O caso está sob os cuidados da Corregedoria da Polícia Civil, um procedimento normal em incidentes envolvendo policiais.

De acordo com a versão apresentada pelo policial, o criminoso teria reagido durante a tentativa de abordagem, mas a dinâmica do evento ainda está sendo investigada.

O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) está liderando a investigação, que buscará esclarecer os detalhes do ocorrido, a atuação do assaltante e do policial, e, principalmente, a origem do disparo que vitimou Maria Eduarda.

Até que a perícia seja finalizada, não será possível determinar de que arma partiu o tiro que atingiu a jovem.

A Polícia Civil continuará a análise das imagens de segurança, laudos periciais e os testemunhos das pessoas que presenciaram a cena, visando obter uma visão clara de toda a dinâmica do confronto e das circunstâncias que levaram à morte de Maria Eduarda.

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